O rigor militar deu lugar a momentos de descontração na manhã desta segunda-feira, 16 de fevereiro. Filipe Delgado, um dos finalistas mais carismáticos do programa, viu-se no centro de uma “provocação” amigável por parte do Instrutor Chefe Joaquim, provando que nem tudo é suor e gritos na base de treino.
O “Ciúme” dos Instrutores
O episódio teve origem na gala da noite anterior, onde Delgado protagonizou um momento emotivo ao abraçar o Instrutor Marques. Durante o primeiro treino da semana, o Instrutor Joaquim não deixou passar a oportunidade de testar o recruta com o humor seco que o caracteriza:
“O Filipe Delgado, pare lá de abanar os ombros! Ou anda a treinar para os abraços ao Instrutor Marques?”
A questão, lançada perante o pelotão, quebrou a tensão matinal e arrancou gargalhadas aos restantes colegas. Joaquim foi mais longe, questionando, em tom de brincadeira, a exclusividade do afeto: “Ainda não percebi esta política, só o Instrutor Marques é que merece abraços!”.
Resposta à Altura
Demonstrando o jogo de cintura que o levou até à final, o cantor não se deixou intimidar. Entre sorrisos, Filipe Delgado reafirmou a sua disponibilidade para distribuir a cortesia a todo o corpo de instrutores: “Não, Instrutor Joaquim, eu já lhe disse que estava disponível para um abraço para si”.
A Humanidade por Trás da Farda
Este intercâmbio em Bucelas destaca uma faceta essencial do formato: a camaradagem. Embora a 1.ª Companhia seja conhecida pelos desafios físicos e psicológicos extremos, estes momentos de leveza humanizam a relação entre a hierarquia militar e os recrutas.
Filipe Delgado reafirma, assim, o seu favoritismo não só pelas capacidades físicas, mas pela capacidade de manter o moral da unidade elevado, mesmo sob a pressão constante da reta final do programa.