Presidente do FC Porto assinou o editorial da mais recente edição da Revista Dragões. André-Villas Boas deixou uma farpa ao Benfica, falando também da saída de Rodrigo Mora e das recentes declarações de Frederico Varandas
André Villas-Boas, presidente do FC Porto, fez uso da sua já habitual coluna de opinião e na mais recente edição da Revista Dragões, lançada esta terça-feira, lançou um forte ataque ao Benfica, que na recente visita ao Estádio da Luz ficou na sexta fila do camarote presidencial.
“Continuemos com o SL Benfica na versão 2026/2027 ainda sem ‘update’ de software para o segundo clube português com mais títulos em futebol. Depois de negarem à Seleção Nacional a utilização do seu estádio, decidiram reservar ao Presidente da Federação Portuguesa de Futebol a sexta fila a tribuna, após a divulgação não consentida de excertos de conversas privadas que o próprio Pedro Proença classificou com truncados, incompletos e descontextualizados, mas onde o mesmo afirmava ter sido chamado à Polícia Judiciária por diversas vezes no âmbito de processos relacionados com o Benfica e recordava que a instrução dos processos era realizada na Liga Portugal, instituição a que presidia. Que forma tão cruel e desrespeitosa de tratar uma figura institucional da maior relevância”, escreveu Villas-Boas.
Villas-Boas deixou uma ‘farpa’ a Frederico Varandas, presidente do Sporting – “Talvez aproveite para apresentar o segundo volume da sua obra sobre verdade desportiva, desta vez com o sugestivo título: “A uniformização possível e o milagre da coincidência permanente” – e também abordou a saída de Rodrigo Mora para a AS Roma.
Confira o editorial na íntegra:
“A época 2026/27 começou e, com ela, renovam-se as expectativas, as ambições e a responsabilidade de representar o Futebol Clube do Porto em todas as competições e modalidades. Desejo aos nossos atletas, treinadores, equipas técnicas, funcionários, dirigentes, Sócios e Adeptos uma temporada de grandes conquistas, mas também de trabalho sério, unido e corajoso. Foi essa união, dentro e fora do campo, que permitiu às nossas equipas transcenderem-se, resistirem nos momentos de maior dificuldade e alcançarem os objetivos a que se propuseram. O nosso compromisso com a vitória não muda, tal como não mudam a exigência, o rigor no trabalho, a responsabilidade diária e a consciência de que, no FC Porto, ninguém está acima do Clube.
